«Foi o carro que me marcou mais na infância, adolescência e início da vida adulta.
O 1.º 404, com o qual, parado na garagem, fazia viagens imaginárias, passou para a minha Mãe e o meu Pai comprou outro. Os dois a gasolina.
Tirei a carta de condução num 404. Num dos meus primeiros empregos, em Lisboa, conduzi uma station 404. Ambos a gasóleo. Todos tinham mudanças no volante, exceto o da escola de condução, que já as tinha no chão.»

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